terça-feira, 3 de abril de 2012

Sentimentos


Sou fã incondicional do Padre Fábio de Melo. Sempre procuro ler tudo o que ele escreve, canta, suas entrevistas, seus comentários. É uma pessoa iluminada.  Sorte nossa que Deus coloca pessoas como ele para nos orientar com palavras,conselhos,canções, atitudes. Estes dias estava ouvindo quando ele falou da sua irmã. Disse que  nós só percebemos o espaço que a pessoa ocupa em nossa vida quando ela vai embora. Sua irmã está com Deus. Infelizmente,  é verdade, nós corremos tanto na vida, nossos dias são tão "pequenos" que as coisas importantes ficam deixadas de lado. E quando nos damos conta, já é tarde. Devemos aprender que o que importa e o que  tem valor é o HOJE. O amanhã não nos pertence e não sabemos nada dele. Então, se temos que dar um abraço, pedir perdão, dar um beijo. fazer um carinho, uma visita, dizer uma palavra, dar flores, que seja agora, no hoje.  Vamos refletir sobre isso, e nunca deixar as  coisas importantes, que apresentam significado para  nós e para  as pessoas que amamos para fazer no dia seguinte. Quem de nós sabe se estará aqui amanhã?  Todos os dias fale dos teus sentimentos, do teu querer bem, do teu carinho, pois se um partir, com certeza, irá em paz e feliz! Ana Rubia K

quinta-feira, 22 de março de 2012

O Cavalinho e a Borboleta - Silvana Duboc


(Qualquer semelhança com seres humanos que você conheça, pode não ser mera coincidência)
Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa 
floresta distante, há muitos anos atrás.
Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. 
Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo.
A borboleta era livre, voava por todos os 
cantos da floresta enfeitando a paisagem.
Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto 
que pudesse viver entregue à natureza. Nele, certa vez, 
foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta 
e a partir daí sua liberdade foi cerceada.
A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso. Entre um e outro ela optava por esquecer 
o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar 
o seu cabresto por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível
por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu 
para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que
ainda estava em se livrar do cabresto.
E vieram outras manhãs e mais outras e milhares de outras, até que chegou
o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta. Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela.
Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela 
poderia ter se escondido e não a encontrou.
Cansado se deitou embaixo de uma árvore. Logo em seguida um elefante
se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
- Eu sou o cavalinho do cabresto e estou à procura de uma 
borboleta que sumiu.
- Ah, é você então o famoso cavalinho?
- Famoso, eu?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também 
era sua amiga e falava muito bem de você. 
Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?
- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. 
Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo.
- Morreu? Como foi isso?
- Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como
você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice. 
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela 
quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém.
Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã
e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas 
de tristeza e de arrependimento.
- Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo.
Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
- Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte: "Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver. Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais pra ele vir até aqui."

Podemos até aceitar os coices que nos derem quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento de nossa vida, as feridas que eles vão nos causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.
Quanto ao cabresto: se tivermos que carregar um durante a nossa existência, não devemos culpar ninguém por isso, afinal muitas vezes, 
fomos nós mesmos que o colocamos em nosso dorso.

Silvana Duboc












Uma grande lição de vida, para todos nós!!!

sábado, 10 de março de 2012

Quem é seu amante? JORGE BUCAY - PSICÓLOGO


 
" Muitas pessoas tem um amante e outras gostariam de ter um. 
Há também as que não tem, e as que tinham e perderam". 
Geralmente, são essas últimas que vem ao meu consultório, 
para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc.
Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre. 
Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.
Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme: "Depressão", além da inevitável receita do antidepressivo do momento.
Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que não precisam de nenhum antidepressivo; digo-lhes que precisam de um AMANTE!!!
É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho.
Há as que pensam: "Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas"?! 
Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.
Àquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte: "AMANTE" é aquilo que nos "apaixona", é o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono, é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir. O nosso "AMANTE " é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta. 
É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.
Às vezes encontramos o nosso "AMANTE" em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.
Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto...
Enfim, é "alguém!" ou "algo" que nos faz "namorar a vida" e nos afasta do triste destino de "ir levando"!...
E o que é "ir levando"? 
Ir levando é ter medo de viver. 
É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar, decepcionado, cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.
Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão, de que talvez possamos realizar algo amanhã*.
Por favor, não se contente com "ir levando"; procure um amante, seja também um amante e um protagonista
... DA SUA VIDA!

Acredite: 
O trágico não é morrer, afinal a morte tem boa memória, 
e nunca se esqueceu de ninguém. 
O trágico é desistir de viver... 
Por isso, e sem mais delongas,  procure um amante...
A psicologia após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental:  

"PARA  ESTAR SATISFEITO, ATIVO 
E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, 
É PRECISO NAMORAR A VIDA".

Pensando bem, é isso mesmo. O difícil é colocar na cabeça que vai passar. Devemos buscar outros sonhos sempre. Nunca deixar que alguém seja dono da nossa felicidade. Somos nós os autores de nossa história, e se hoje sofremos por algo ou alguém, vai passar. Ninguém pára para nos auxiliar, e muito menos o senhor tempo. Namorar a vida, é uma boa ideia. Vamos acatar? Tenho certeza que seremos mais felizes. ARK

sexta-feira, 9 de março de 2012

TRISTEZA

Hoje é um dia que estou triste. Pergunto o que faço neste mundo...Parece que nada tem graça, que até Deus está longe. Se for para falar a verdade, estou só mesmo. E dizer que mais da metade das pessoas existentes também estão sozinhas. Os barulhos de carros, as vozes de diferentes pessoas chegam até onde estou e nada tem a ver comigo. Se soubessem como tem sido difícil sorrir quando no fundo é tudo tristeza. Mas, para as pessoas quem sorri, é feliz, não sabem que atrás desses sorrisos escondem-se mil pedaços do coração.ARK

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Sabedoria Chinesa


Há apenas duas coisas com o que você deve se preocupar: se você está bem ou se você está doente. Se você está bem, não há nada com que se  preocupar. Se você está doente há duas coisas com que se preocupar: se você vai se curar ou se vai morrer. Se você vai se curar, não há com que se preocupar. Se você vai morrer, há duas coisas com que se
 preocupar: se você vai para o céu ou para o inferno. Se for para o  céu, não há com que se preocupar. Agora, se você for para o inferno,  estará tão ocupado em cumprimentar os velhos amigos que nem terá tempo de se preocupar.
Então, para que se preocupar?

hehehehehe

Tradução do Amor


O que é realmente o Amor? Do dicionário: Amor 1-Forte inclinação por pessoa do outro sexo. 2- Afeição, grande amizade. Mas será que o amor resume-se apenas a isso? Há quem acredite que não... Muitos não se conformaram com explicações dessa natureza e procuraram significações mais abrangentes para o Amor. Alguns poetas, filósofos e pensadores tentaram traduzir o Amor através das palavras, às vezes de forma muito criativa, mas poucos obtiveram êxito.

É impossível compreender o Amor sem antes ter amado, e não há como pensar em amor sem recordar das pessoas que amamos. Então, o que é amar? Amar, ao contrário do que muitos pensam, não é só dar carinho, beijar na boca, ficar ‘juntinho’ e dar presentes... Amar é estar ao lado mesmo na distância, é compreender, é respeitar, é saber o que o ser amado está sentindo antes que este pronuncie qualquer palavra.
Amar é compartilhar alegrias, emoções, segredos, angústias, preocupações e problemas, porque o amante é, antes de tudo, um cúmplice. Amar é não ter medo de expressar seus sentimentos, é confiar sempre e perdoar, se necessário. Amar não é acomodar-se, mas discordar, discutir, corrigir se preciso, procurando sempre melhorar, atingir a perfeição.
Amar é fazer promessas e cumpri-las, nunca mentir, jamais ocultar ou enganar. Mas acima de tudo, amar é viver para o outro, é doar-se sem esperar retorno e sem perder a identidade, pois quem ama não se perde, apenas encontra sua outra metade! AD

Também é meu pensamento que Amor é doação, fazer o outro feliz, cuidar......

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Quando Falar de Amor


Quando falar sobre amor, finja nada conhecer, para absorver cada frase que brote do coração.
Quando falar sobre a dor, deixe abertas as janelas da alma para compreender que amor e dor são tão parecidos que até os confundimos, ao vê-los bem de pertinho
Quando falar sobre a paz, faça-o no rumor da guerra, para ser ouvido na mais alta voz.
Quando falar sobre sonhos, acorde, para vivê-los na melhor lucidez do seu dia
Quando falar de amizade, estenda a mão aos seus inimigos, para que possa provar a si mesmo aquilo que gosta de dizer aos outros.
Quando falar de fome, faça um minuto de jejum, para lembrar daqueles que jejuam todos os dias, mesmo sem querer.
Quando falar de frio, abrace alguém.
Quando falar de calor, estenda a mão.
Quando estender a mão, sustenha o braço para que perdure.
Quando falar de felicidade, acredite nela.
Quando falar de fé, cerre os olhos para encontrar a razão daquilo em que crê.
Quando falar de Deus, faça-o pelo silêncio do seu testemunho.
Quando falar de si mesmo, aprenda a calar, para entender o amor, a dor, a paz, os sonhos...
Ah quando tudo isso acontecer.....será estupendo
Quão bom e quão suave é que sejamos contemplados pelo amor
Por isso quando falar de amor....
FALE DE CORAÇÃO

Desconheço a autoria